3 de agosto de 2017

Vigário Geral já tem seu hino para o Carnaval 2018

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A Escola de Samba Acadêmicos de Vigário Geral promoveu uma noite de gala do samba (30/7), para a escolher o seu hino  no Carnaval 2018. O evento contou com a presença de todos os seguimentos da agremiação e como sempre a Bateria Envenenada do Mestre Dudu deu um show e as apresentações do casal de mestre sala, dos passistas e a exibição de tango ao som da bateria levaram o público ao delírio. Foi uma pequena amostra do que Vigário pode fazer na avenida.

Três sambas buscavam o direito de ser cantado pela escola na Intendente Magalhães, em 2018. Depois de uma grande expectativa, a Presidente Betinha subiu ao palco agradeceu à sua diretoria e a comunidade pelo apoio e parceria e disse: a decisão foi difícil, tínhamos três grandes sambas e escolhemos o melhor para a escola.


Em seguida, o microfone foi passado ao intérprete oficial da escola Marcelo Riva e o belo samba de Carlinhos do Cavaco, Professor Aluísio, Antonio Amaral, Coelho, Paulo Martins, Beto Melodia e Fernando Vasconcelos, com participação de Serginho Sumaré ecoou na quadra. Foi uma explosão de alegria e o inicio de uma festa que só terminará na terça-feira de carnaval no ano que vem.
Até lá, a azul, vermelho e branco de Vigário terá um grande desafio, que será mostrar para o mundo que o Tango dá Samba.

A agremiação de Vigário desfilará no Grupo B e levará para a avenida do samba o enredo: Dos tambores africanos ao bandoneón... Tango: Um sentimento que se dança”, dos carnavalescos Alexandre Costa, Lino Sales e Marcus Vinícius do Val. E pretende convidar toda a plateia a bailar, todos juntos em uma só sintonia, com os ritmistas da Bateria Envenenada do Mestre Eduardo Alvarenga - o popular Mestre Dudu.


G.R.E.S ACADÊMICOS DE VIGÁRIO GERAL - CARNAVAL 2018
ENREDO - Dos Tambores Africanos ao Bandonéon: Tango um sentimento que dança
CARNAVALESCOS - Alexandre Costa, Lino Sales e Marcus Vinícius do Val


A minha raiz é africana...sim senhor
Sou o tango...negra é a minha cor
O meu nome tem origem Ioruba
Pro Deus Xangô homenagear
Nasci da milonga, habanera e candomblé
Tenho uma história carregada de axé
Dos tambores ao bandanéon me transformei
Da valsa e da polca me aproximei
Na beira do cais vivi opressão
Nos cabarés virei sentimento, dança...paixão

No balanço da envenenada...pura emoção
No carnaval, meu bailado é calliente
Com Vigário risco o chão da Intendente

Mas o meu destino mudou
Em Paris me tornei atração
Ressurgi, deixei de ser marginal
Virei símbolo da cultura nacional
Com Gardel em Hollywood fui cantado
Atingi meus anos dourados
O Tango Novo Piazzola criou
Outros ritmos incorporou
De patinho feio a belo cisne admirado
Sou estilo musical consagrado

Hoje o Tango é de bamba...do samba
Tem milongueiro no samba ...é bamba
Na avenida “sambailando” sensual
Tirando onda...Sou Vigário Geral

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