18 de outubro de 2017

'Papo Reto com Tiago Linck' - A poesia sorriu ao falar de emoção

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Não deixe o samba morrer, não deixe o samba acabar, o Anhembi foi feito de samba pro povo sambar. Assim a Mocidade Alegre entra na passarela do carnaval paulistano para cantar uma das sambistas mais respeitadas da música brasileira, Alcione, ou melhor, marrom como é conhecida.
Créditos: Walber Silva - Studio Moderno

Nascida em são luís do maranhão, Alcione começava cedo os passos para a música. Aos doze anos de idade e graças ao seu pai que foi policial, ela cantou na banda da corporação. Foi esse mesmo pai que ensinou ela a tocar outros instrumentos.nessa idade Alcione já se apresentava na região do maranhão, na festa do bumba-meu-boi, na festa do divino espírito santo, festas populares cultuadas na cidade.. 

Na orquestra jazz guarani regida pelo seu pai e isso aos doze anos, tendo que substituir um crooner(nome dado a cantores de baladas populares,a menina fazia sua primeira apresentação profissional.

Passado os anos Alcione começou a se inscrever em programas de calouros e num deles foi de Flávio Cavalcanti, onde nessa época conheceu a tv excelsior. De lá pra cá, Alcione foi se tornando  um ícone da música popular brasileira, com grandes sambas de sucesso e o maranhão correndo nas suas veias, a nossa marrom trilha há anos uma carreira de sucesso, respeitada por todos. 


Lá do maranhão, o canto da menina ecoou e se espalhou pelo brasil a fora e pelo mundo, no Anhembi,marrom passará em forma de homenagem porque toda forma de amar se traduziu em você e na sua voz de tocar nossos corações.

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