21 de novembro de 2017

'Papo Reto com Tiago Link' - Alegria é resistência, faz o sonho florescer

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ANO DE 1835.Ano que acontecia um movimento no Brasil.Antes disso , vamos a África, porque de lá é que veio essa guerreira que teve destaque fundamental posteriormente.Chegamos lá. África,carregada de axé, a dança da claridade do sol revela a existência do mundo.Nascida no século XIX, pertencente a tribo nagô, trouxeram -a para o Brasil como escrava e foi radicalizada brasileira.Líder, feminista que teve importância na Revolta dos Malês, movimento pelo qual os escravos de origem islâmica se sublevaram a caráter social de escravos africanos.

O movimento tinha por ventura  o fim do catolicismo, religião que lhes era imposta, confisco do bens dos brancos e mulatos e ainda a implantação da monarquia islâmica.

Luíza, figura atuante nessa Revolta, combateu a escravidão, fugindo para o Rio de Janeiro, mas conta-se que foi deportada a África.

Ainda de ressalva, resgatar a história de Luíza Mahin, é fazer de inspiração, ainda que a verdade seja árdua, combater tudo aquilo que durou anos, mas que está muito presente ainda.

Lembrar de Luíza, é ao mesmo tempo, lembrar da escravidão, o lamento contido nas senzalas, mas acima de tudo enfrentando de frente a escravidão, mesmo que se demore para fazer a verdade prevalecer.


Luíza Mahin, real ou fruto de imaginação, ser lembrada hoje, nos faz jamais perder a coragem, o ímpeto de se lutar, de combater injustiças, Luíza descansa, mas continuaremos semeando seu espírito de garra e bravura.Semeares a Paz.Kolofé, Luíza.

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