'Papo Reto com Tiago Linck' - Imperatriz é o relicário no Bicentenário do Museu Nacional - FOLIA DO SAMBA

Anuncio No Post

'Papo Reto com Tiago Linck' - Imperatriz é o relicário no Bicentenário do Museu Nacional

Compartilhar
Uma aula de história mergulhada no passado para analisar o presente e compreender o futuro. Imperatriz Leopoldinense nos convida numa viagem fantástica e encantadora, adentrarmos para o Museu Nacional e descobrir nessa aula, um legado de cultura, ciência e arte.

O palácio luxuoso e imponente construído ao pé da colina, emoldurado por uma paisagem deslumbrante .Dentro dele está toda a realeza, Rei, Rainha, Princesas e Príncipes, toda a família real que desembarcou no largo no Rio de Janeiro e que se tornou-se moradora desse palácio por muito tempo. Pelos salões enormes pode ser ver histórias, lembranças, verdadeiras heranças.

O Museu foi criado a partir da primeira coleção, que eram os cristais, seu brilho reluzia sob a solidez. A astúcia dos imperadores marcava a diplomacia que eles possuíam.

Nesse avanço, o Brasil foi ganhando um sentimento de nação unida e independente, haja visto que possuia maturidade para caminhar sozinho e se mostrar grandioso diante do mundo.

Nessa jornada e nesse delírio carnavalesco, vamos para o maior Museu do mundo.Rompe-se no tempo e no espaço.Meteoros nos mostram a orgiem da vida. A megafauna brasileira surge numa era que o tamanho fazia diferença. Tantos insetos enfeitavam a noite a medida que ela avançava,propiciando uma sinfonia , antes vista apenas pelos violinos no salão.

Difuso, os contrastes nesse museu, marcam os estilos incorporados a ele, expressando um tropicalismo mais original desse santuário.


Pela luz que clareia os vidros, vejamos o trono do Rei de Daomé, de lá estamos no continente africano, tambores anunciam esse caminho um ritual de fé.

A brisa nos leva para o Egito, revelando segredos e memórias dessas antigas civilizações.Cá, já tinha dono essas terras, antes mesmo de Cristovão, o Colombo descobrir a América e Pedro, o Cabral, descobrir esse Brasil. Indios de tudo quanto era costume se fazia presente deixando cerâmicas.Das Minas Gerais, vem Luzia, a mais antiga brasileira revolucionando a teoria de ocupação do continente americano.

De outras partes do mundo chegam povos misturando cânticos sagrados, entoados nos trompetes e nas flautas o espetáculo que emocionava.


O Jardim das Princesas ganham vida pelos raios do sol que iluminavam o monumento romântico, decorado por acessórios e enfeites que embelezavam o lugar, feito pelas mãos dos descendentes da Imperatriz.

Sob a luz dourada, está a coroa da Imperatriz, guiando e abraçando essa paisagem encantadora.Num céu de pipas enfeitando a Quinta da Boa Vista do Imperador, o lazer se torna presente pelo público assim que os portões se abrem, podendo desfrutar desse ar livre.

Um Museu Bicentenário guardando histórias de uma nação, e narrando passagens importantes nessa busca por identidade.O palácio é do povo.Dele devemos extrair essas histórias que contribuíram para essa pátria ser gigante.Um legado de Cultura, Ciência e Arte que precisa ser celebrado nesse encontro essencial e fundamental. A união de conceitos entre o Saber e o Compreender a importância dele para nós.

Gira a coroa da Majestade para contar esses duzentos de vida de palácio que muitas histórias ainda abrigará.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Anuncio No Post