4 de dezembro de 2017

'Papo Reto com Tiago Linck' - Nossa coroa a brilhar, a China vem festejar

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Há 3000 anos o bicho da seda caía na xícara de chá da Império Serrano para contar essa viagem cultural carregada de sabedoria e tradições milenares.

A bandeira é bordada pelas baianas, a passista risca o chão com seu samba no pé e assim a história começa.

Pelo fio verde e branco vamos desvendar um mundo de opostos e magia. A viagem começa pela ancestralidade que cultuava beleza nobre.
Foto: Wellington Carvalho

Quando o gongo soar, Império estará nos jardins da imortalidade. Esses jardins guardavam religiões que conduziam harmonia, paz, equilíbrio e serenidade.

Três religiões que conduziam esse povo, do Confucionismo a ética, do Taoísmo o equilíbrio e do Budismo culto aos antepassados, povo de reencarnação no coração.

O tempo fez o novo Oriente prosperar a rota do comércio, soprando a colheita dos  frutos para o mundo todo.

O bravo viajante ao voltar, relata memórias que deixará contemplado que quer ver de perto. A festa que deixa o povo feliz, pode-se ver quando fogos de artificio anunciar em meio a euforia das batalhas e guerras desse povo. Viajamos, mas voltamos a Madureira, nosso raiz, nosso berço. Trouxemos na bagagem muitas histórias, conhecimentos dessa cidade majestosa e proibida que guardou segredos ao longo dos milênios.

Da sabedoria milenar, vamos seguir em frente contando tantas histórias da nossa bandeira, deixaremos legado para a cultura.

Usaremos o que aprendemos na China como lição para a vida. Somos  a Serrinha “que custa mas vem”, mas quando vem, veste-se de guerreiros milenares para desbravar uma arena extensa, um palco de tantas rotas e caminhos para se chegar a apenas um lugar, o lugar de nunca desistir.

Os mundos paralelos dos Impérios  misturados: em samba para exaltar, em agogô tecer um elo de culturas e histórias que vão se cruzar na condução pela coroa imperial.



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