'Papo Reto com Tiago Link' - Namastê pra todo povo da avenida - FOLIA DO SAMBA

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'Papo Reto com Tiago Link' - Namastê pra todo povo da avenida

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O começo, o meio e o fim. De uma imensidão de estrelas que o céu possui, o que nos separa é somente a distância entre os povos ,mas o que nos une são as sabedorias que adotamos e passamos a usar.

Nesse contexto cultural,a Mocidade Independente de Padre Miguel faz uma viagem por uma índia que vamos descobrir quando pedirmos licença poética e Padre Miguel convidar Sheeva pro Carnaval.

Foto: Eduardo Hollanda

O cruzeiro de Padre Miguel tem a índia a sua vista, a rota fez o português desorientado descobrir um céu Tupiniquim cá descoberto antes pois índios já moravam aqui. O Português cobiçava a índia que aqui estava, com ele trouxe temperos que passaríamos a acrescentar na nossa mesa.

Velas no mar e uma pluridade de extensões permitiam incorporar valores( formações, um misto de saudações “as índias”por aqui, ou seja, a troca de peculiaridades que foram tomando jeito nosso.
Namastê! Permite conhecer através da intenção o que tem o outro ser.Esse clima de convidamento tropical, miscigenado, vê brotar um pouco da poesia e da identidade que é nos ensinada.

Flor de Lótus, símbolo da paz e a Vitória Régia da mesma raiz, essa que por coincidência surgiu pelo beijo da Índia,já se desenhando certa genética através das terras virgens.

Incorporados viram produtos oriundos dessa estrutura e ganhando status nesse Gigante que se deu revolução por causas dos movimentos históricos.

O Ganges desemboca no Rio de Janeiro e até ele vamos nos benzer.Colher o que há tempo ainda e assim permitir.Hoje seremos todos filhos de Ghandi, cujo filhos do axé, são mensageiros de luz nacionais.Nesse regresso pintam tantas e tantos, de Mãe Menininha do Gantois até Dom Hélder, até mesmo Tereza de Calcutá que vem pra iluminar a todos.Do Festival Holi , pintamos os rostos, culto triunfal do bem e da fé, aqui é Carnaval.

No abraço fraterno de aproximação vamos fazer na descoberta do início o desvendamento da Mandala, roda do tempo que nunca para e jamais vai parar.

Brasil e índia, juntos seguindo filosofias sob o cuidado de quem percebe emitir mesagens pacificadoras e de autoconhecimentos capaz de se profetizar esses corações
vagabundos.

A Santíssima Trindade Brasileira ou Indiana nos mostram os lados iguais através da roda girar, o nunca o fim e sempre o ciclo de recomeçar sempre até mesmo na eternidade.

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