26 de março de 2018

Abolição apresenta casal que defenderá seu pavilhão em 2019

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O carnaval 2019 já começou com novidades para o GRES Acadêmicos da Abolição, que está em processo de renovação e formação de sua equipe. O pavilhão da agremiação, em 2019, será defendido por Weslen Santos, que vai para seu terceiro ano na escola e Rayara Monnier, que está chegando na escola para buscar os 40 pontos ao lado do mestre-sala.

"Estou muito feliz pelo convite do GRES Acadêmicos da Abolição, é uma ótima oportunidade de poder estar mostrando o meu trabalho, defendendo o pavilhão dessa escola que é tão família e me recebeu tão bem. Podem contar com toda dedicação para que os 40 pontos do quesito sejam atingidos. Gostaria de agradecer também ao Weslen por ter me indicado ao posto"


Rayara, que é filha de Renata Monnier, coreógrafa de comissão de frente, é bailarina formada em ballet, jazz, sapateado e contemporâneo. Já participou, como bailarina, de comissões de frente nas escolas Paraíso do Tuiuti e Lins Imperial. Sua trajetória começou na escola mirim Herdeiros da Vila, onde defendeu o pavilhão de 2007 até 2016, ganhando até Estandarte de ouro de melhor porta bandeira mirim. Em 2015, foi terceira Porta Bandeira do GRES Unidos de Vila isabel. Em 2017, foi primeira Porta Bandeira da escola de samba Alegria da Zona Norte, de Niterói.

Weslen, seu parceiro de bailado, não esconde a felicidade com sua renovação e com a chegada de Rayara, na escola.

"Me sinto honrado pela oportunidade de defender o pavilhão do Acadêmicos da Abolição por mais um ano. Lutarei com amor e carinho por esta agremiação, onde me encontrei e me identifiquei. De fato, a expectativa com essa nova parceria com a Porta Bandeira Rayara, que é um exemplo de simplicidade e talento, é imensa. Fico feliz e vamos focar no nosso objetivo até o fim, que é conquistar as notas máximas."

Weslen, começou no mundo do samba aos 10 anos, como passista na escola mirim Pimpolhos da Grande Rio. Aos 12 anos passou a se interessar pela dança de MS e PB, assim, ingressando no quadro de MS e PB do Acadêmicos do Grande Rio, onde ficou até seus 18 anos. Desde então o mestre sala não parou de trilhar seu caminho, passando por escolas como Vizinha Faladeira, Alegria da Zona Sul, Unidos de Vila Santa Tereza e Lins Imperial, no Rio de Janeiro e Gres Sol a Sol, GRES Unidos do Balde, GRES Tradição Serrana e GRES Souza Soares, fora do Rio.

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